𝗤𝘂𝗮𝘁𝗼𝗿𝘇𝗲 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗱𝗼𝗶𝘀 𝗺𝗶𝗹 𝗲 𝘂𝗺
Nasceu "Melty", em uma cidade pequena chamada Goyang, localizada na Coreia do Sul. Desde sua infância, era um menino estressadinho, meio mau humorado, não gostava de todo mundo, entretanto muito feliz, parte da sua personalidade ser assim. Teve sorte de nascer em uma família que lhe respeitava. Seus pais tinham trabalhos convencionais, mas o lado artístico de ambos era muito palpável. Antes de dormir, a mãe cantava músicas da época, em ritmo lento, que relaxava seu corpo, assim como o pai, quando tocava flauta suavemente. Isso sim trazia calma.
Os anos se passaram e o pequeno foi descobrindo cada vez mais esse lado, aprimorando quando pediu pra fazer aula de canto, aos 10 anos. Era tímido, mas conseguia se soltar como queria nas aulas, se sentia livre. Nunca pensou em se apresentar publicamente, mas os professores sempre o convenciam a apresentar nos shows de talento ou coisa parecida. Começava vermelho de vergonha e terminava aliviado, feliz. Era quase uma característica se apresentar com bochechas rosadas.
𝗗𝗼𝗶𝘀 𝗺𝗶𝗹 𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗲
Finalmente 18 anos. Adotou o nome Melty quando se mudou para Irlanda, Dublin, onde conseguiu passar para escola de canto que tanto queria. Passou anos estudando em sua pequena cidade até conseguir uma bolsa. Foi doloroso se despedir de seus pais, por outro lado, da escola não foi nenhum pouco, devido a grande exclusão que sofria por sua sexualidade. Felizmente não chegou a sofrer agressão.
Tudo era diferente do que estava acostumado naquela cidade. Cultural, comida, pessoas diferentes. Não sabia se estava preparado para morar em um apartamento sozinho, tinha muito medo da solidão, mas aos poucos foi se enturmando, lidando com tudo. Por incentivo dos amigos, começou a fazer apresentações na própria faculdade, depois em bares, restaurantes, cafeterias. Cantava na língua materna e um pouco de inglês, mas definitivamente não arriscaria um irlandês em público.
Meses depois quis arriscar na carreira de modelo fotográfico. Foi em uma agência e se inscreveu quando abriu uma seleção. Passou dias ansioso até receber uma ligação, informando a boa notícia. Tinha sorte do corpo cooperar com a nova profissão, já que comia muito doce, mas se exercitava regularmente pra engordar significativamente.
𝗧𝗿𝗶𝗻𝘁𝗮 𝗲 𝘂𝗺 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝗹𝗵𝗼
Foi o dia que pegou Poochie, um dachshund filhote, com pêlos clarinhos. Chegou com 2 meses, medroso de primeira, porém foi questão de minutos até estar cheirando toda a casa e mordendo tudo que via na frente. A casa estava finalmente completa. Era realmente um "pai coruja" quando se tratava do filhote, levando em conta que o enchia de brinquedinhos, petiscos, roupinhas... E, óbvio, muito carinho. Seu horário preferido para passear era de manhã, o que ajustou o horário do dono, que dormia tarde e acordava tarde todos os dias. Foi uma decisão difícil trazer o animalzinho para casa, seria mais gasto, mais responsabilidades, contudo precisava daquilo. O amava incondicionalmente, não podia fazer nada sobre, era feliz assim.
➤ Sua cor favorita é rosa, apesar de não se achar bonito nessa cor.
➤ Seu lugar favorito para comer doces se chama Peggy Porschen, tem inúmeras fotos do lugar, característico pela decoração ser toda em tons de rosa e a comida ser maravilhosa.
➤ Precisou escolher outro nome quando se mudou, pois a pronúncia do coreano é difícil para os irlandeses e estrangeiros.
➤ A sua primeira viagem de avião foi para Irlanda.
➤ Prefere doce do que salgado; às vezes mistura os dois.
➤ "Parfum" é o nome da série preferida.
➤ Dorme com, pelo menos, três travesseiros e uma pelúcia de pônei.
➤ É muito exibicionistas, apesar da timidez, por isso dedica longos momentos se filmando enquanto se estimula e até consegue admiradores para vender suas fotos e vídeos.